A administração do Metro de Lisboa confirmou hoje a situação da empresa de derrapagem orçamental na linha amarela mas remete responsabilidades para as administrações anteriores. Uma auditoria do Tribunal de Contas (TC) dá conta ainda de um défice crónico e uma sub-orçamentação no metropolitano.
Em resposta ao relatório do TC, a administração do Metro diz concordar em termos gerais com aquele estudo mas remete responsabilidades para as anteriores administrações, avança a rádio TSF.
De acordo com a auditoria efectuada pelo TC, a construção da linha amarela do Metro de Lisboa, entre o Campo Grande e Odivelas, custou mais 61% do que o previsto inicialmente. A obra custou ao todo 338 milhões de euros.
Fonte: Diário Digital

Comemorar a independência nacional, com orgulho e sem complexos é cada vez mais importante nos tempos globais que correm. O Pedro Guedes fornece uma agenda importante para o próximo dia 1 de Dezembro.
O vereador do Bloco de Esquerda (BE) na Câmara de Lisboa pretende propor uma nova delegação de competências no presidente, que permitirá retirar da ordem de trabalhos da reunião pública 92 propostas relativas a obras.
Em causa está o agendamento, para a reunião de quarta-feira do executivo camarário, de 92 propostas relativas a pequenas obras, como modificações de interiores e exteriores, ampliações de áreas de cozinha e de instalações sanitárias.
Esta situação deve-se, segundo Carmona Rodrigues, ao facto de a oposição, que tem a maioria no executivo, ter recusado delegar no presidente competências da área do urbanismo, o que impede uma resposta rápida aos inúmeros pedidos de licenciamento que diariamente dão entrada nos serviços da autarquia, deixando o município numa situação «caótica».
Sem a delegação de competências, as matérias relativas a urbanismo não podem ser despachadas por nenhum vereador, tendo de ser sempre aprovadas por todo o executivo.
Os vereadores do PCP, BE e CDS-PP acusaram o executivo do PSD de «vitimização» e sublinharam que apenas rejeitaram a delegação de competências para loteamentos e alterações ao Plano Director Municipal (PDM).
Na proposta que pretende levar à reunião de câmara na quarta-feira, o vereador bloquista, José Sá Fernandes, defende que o presidente da autarquia lisboeta, «sem tentar sequer qualquer diálogo com a oposição, preferiu remeter uma série de propostas menores para apreciação da Câmara Municipal de Lisboa», o que pode fazer com que «os trabalhos da próxima sessão não decorram normalmente».
Sá Fernandes propõe assim uma nova delegação de competências no presidente que, «caso seja aprovada, permitirá que a maioria das propostas apresentadas seja retirada da ordem do dia».
Fonte: Lusa
Os olhares de fotógrafos estrangeiros sobre Portugal deram origem a uma exposição de 62 fotografias que podem ser vistas de hoje a 31 de Janeiro no Espaço Mundial Chiado 8 Arte Contemporânea, em Lisboa.
"Olhares Estrangeiros" mostra imagens recolhidas por nomes da fotografia mundial, como o francês Henri Cartier-Bresson, o inglês Thurston Hopkins ou o holandês Kees Scherer, um dos fundadores da World Press Photo.
Além destes, a exposição contempla ainda Gérard Castello- Lopes, Paulo Nozolino, José Manuel Rodrigues e Albert Carneiro, que passaram longos períodos de tempo fora de Portugal.
Para o comissário da mostra, Jorge Calad, quando estão de visita a um país, os estrangeiros olham para ele de maneira diferente dos habitantes daquela região, fotografando "o que não encontram no seu território".
As imagens foram recolhidas em localidades portuguesas do Algarve ao Minho.
Fonte: Lusa

Almada Negreiros "estreia-se" com a peça "Antes de Começar", em Dezembro, no palco da Companhia Teatral do Chiado (CTC), fundada em Lisboa por Mário Viegas, um dos actores que mais contribuiu para a difusão do autor modernista português.
"Recordar uma figura ímpar e muitas vezes esquecida da cultura portuguesa" é um dos objectivos da peça, disse hoje à agência Lusa Juvenal Garcês, encenador de "Antes de Começar" e director da companhia sedeada no Teatro Estúdio Mário Viegas.
Homenagear Almada Negreiros e o actor Mário Viegas, numa altura em que se assinala o 15º aniversário da Companhia Teatral do Chiado a que este ficou "indelevelmente" associado e de quem gravou o "Manifesto anti-Dantas", foi "outro impulso motivador" da peça, sublinhou.
Trata-se de uma "peça fantástica", que fala de "coisas sérias e muito bonitas" e remete para a importância "dos homens pensarem com o coração", salientou Juvenal Garcês.
"Antes de Começar" assinala ainda a estreia de Juvenal Garcês na encenação de um autor português, que no caso de Almada Negreiros constitui uma "inevitabilidade", enfatizou.
Uma "inevitabilidade" justificada por O encenador assume-se como um "amante incondicional" da estética "avançadíssima" de Almada Negreiros, que "foi brilhante em tudo o que fez".
"É uma peça não apenas para crianças, mas para todos" e de uma "poesia intensa", diz ainda o encenador acerca de "Antes de Começar", escrita em 1919.
Precedida de uma palestra de Almada Negreiros, "Antes de Começar" estreou a 17 de Junho de 1949, no Teatro Estúdio do Salitre, e gira em torno de dois bonecos que se movem como pessoas sem que o saibam e que só o descobrem durante uma conversa em que discorrem sobre o mundo dos humanos.
Com cenário e figurino de Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes, luzes de Vasco Letria, som de Sérgio Silva e interpretações de João Marta e Maria Albergaria, "Antes de Começar" vai estar em cena de 01 de Dezembro até Janeiro de 2006 com espectáculos à sexta-feira e sábado às 19:00 e aos domingos às 16:00.
De segunda a sexta os espectáculos destinam-se a escolas e são realizados mediante marcação.
A Companhia Teatral do Chiado foi fundada em 1990 por Mário Viegas e Juvenal Garcês num espaço da sala Estúdio do Teatro S. Luiz, cedido por Jorge Sampaio, então presidente da Câmara de Lisboa.
A estreia da companhia, que após a morte de Mário Viegas é dirigida por Juvenal Garcês, ocorreu a 21 de Dezembro de 1990.
Artista plástico, romancista, dramaturgo e poeta, Almada Negreiros, "Poeta D'Orpheu, futurista e tudo", como o próprio se intitulava, nasceu em Abril de 1893 em S. Tomé e Príncipe e faleceu em Junho de 1970 em Lisboa.
Fonte: Lusa
O Tribunal de Contas (TC) detectou grandes irregularidades na gestão das obras do Metro de Lisboa, na linha entre o Campo Grande e Odivelas. O relatório do Tribunal refere-se a um «défice crónico», a uma «sub orçamentação» e, ainda, uma «derrapagem orçamental», que já ultrapassa os 60%, de acordo com uma notícia avançada pela «SIC Notícias».
Responsabilizando quer a administração do Metro de Lisboa, quer a FERCONSULTA, responsável pela coordenação geral da obra, o Tribunal de Contas acusa o Metro de Lisboa de ter avançado com concursos públicos sem ter os projectos devidamente desenvolvidos e de não ter feito estudos comparativos, quanto à eficiência dos custos.
O Tribunal acusa, ainda, o Metro de Lisboa de «falta de fiscalização» e nalguns casos de ter feito adjudicações directas, ou seja, sem os devidos concursos públicos.
No relatório, a administração do Metro de Lisboa é, também, acusada de não ter elaborado as contas finais das empreitadas, ignorando as obrigações legais, de acordo com a mesma notícia.
O presidente do conselho de administração da empresa, Mineiro Alves, alega que quando tomou posse, a inauguração da linha até Odivelas já tinha sido anunciada e refere que «já muito foi feito» por esta administração, no sentido de corrigir alguns dos «erros» da anterior administração.
Fonte: Portugal Diário
O 3º Festival Nippon Koma/Festival de Cinema Japonês, que decorre de hoje a 03 de Dezembro na Culturgest, em Lisboa, vai apresentar um total de 55 produções nipónicas, entre filmes de animação e documentários.
O certame, comissariado por João Paulo Silva, inclui oito documentários e 47 filmes de animação de autores como Kon Satoshi, Kawase Naomi, Yutaka Tsuchiya, Noda Nagi, Tanaka Hideyuki e do grupo Teevee Graphics.
A organização do certame assinala que esta edição do Nippon Koma vai projectar uma imagética estilística e visualmente "abstracta e desconcertante", embora também sejam exibidos "trabalhos mais realísticos, que documentam as anomalias, fracturas, e tensões sócio- económicas" no Japão.
As películas de "anime" a exibir mostram que a animação japonesa "tem procurado destruir os ideais modernistas enraizados, privilegiando a fragmentação, a indeterminação, e a heterogeneidade", lê-se numa nota de divulgação do festival.
Segundo o mesmo texto, a generalidade dos trabalhos presentes no certame revela "um profundo desejo pela paz de um passado longínquo, a supressão desse mesmo passado e da ordem subjacente".
A visão da vida e da morte como um conjunto de transformações e metamorfoses intermináveis e um universo em que os seres humanos não detêm a primazia são algumas das características das produções que vão ser exibidas no pequeno auditório da Culturgest, legendadas em inglês.
Fonte: Lusa
O cardeal patriarca de Lisboa, D.José Policarpo, defendeu hoje "a humanização da cidade" e apelou ao respeito pelas "diferenças", na sua homilia no primeiro domingo do Advento, no Mosteiro dos Jerónimos.
A Igreja Católica "não pretende sacralizar a cidade, mas sim humanizar a cidade", sublinhou D.José da Cruz Policarpo, referindo que "a esperança é a virtude espontânea do Advento".
No calendário da Igreja Católica, o Advento é o tempo de preparação para o Natal, desenvolvendo-se durante quatro semanas.
D.José Policarpo apelou aos católicos para que "se deixem invadir pela esperança e pela alegria" desta época festiva e "contribuam, pelo seu testemunho evangelizador, para a humanização da cidade".
"Por sugestiva coincidência, neste primeiro domingo do Advento ordenámos mais seis diáconos para a Igreja de Lisboa. Este facto convida-nos a meditar na missão evangelizadora da Igreja como `diaconia`, isto é, como serviço da Igreja à sociedade", disse também o cardeal.
D.José Policarpo explicou que a Igreja concebe a evangelização "como o seu contributo para o progresso do homem e da sociedade, num diálogo franco e respeitador, de quem apenas proclama, com sinceridade e convicção, o que pensa do homem, da vida e dos caminhos da felicidade".
"Conceber a missão da Igreja como serviço à comunidade" é uma atitude - segundo o cardeal patriarca - que leva "a fazer tudo por amor, com a humildade de quem serve".
Esse "serviço à comunidade" implica "não buscar nenhuma forma de poder ou domínio, respeitar as diferenças sem enfraquecer a firmeza da verdade e reconhecer os contributos positivos que todos os homens rectos podem trazer à cidade", acrescentou.
"Humanizar a cidade significa valorizar tudo o que de positivo existe nela", disse também D.José Policarpo.
Fonte: Lusa

A cantora/compositora Sara Tavares apresenta o seu novo álbum no Santiago Alquimista, em Lisboa, esta segunda-feira, pelas 22:00 horas.
O espectáculo decorre no mesmo dia em que o álbum chega aos escaparates. O terceiro registo de originais intitula-se «Balancê». Sara Tavares conta com uma carreira com mais de uma década de existência. A sua sonoridade tem sido desenvolvida em torno das suas raízes africanas mas com um toque de sofisticação europeu.
O novo trabalho está definido como uma aproximação entre Cabo Verde, Brasil e Portugal, no que à música diz respeito. Melo D («Poka Terra») e Ana Moura («De Nua») constituem duas das colaborações mais sonantes do disco editado pela World Connection e com distribuição da EMI.
Fonte: Diário Digital
Um conjunto de cartas escritas por António Oliveira Salazar, Marcello Caetano e outras destacadas figuras do Estado Novo vai ser levado à praça em Lisboa, amanhã e terça-feira, com uma base de licitação de 15 mil euros. O leilão, promovido pela Leiria e Nascimento, compreende ainda espólio fotográfico, livros e objectos outrora pertencentes a importantes personalidades políticas do mesmo período.
Fonte: Diário de Notícias
Dois dos maiores nomes do canto actual, e do canto setecentista em particular, estão hoje em Lisboa. A partir das 19.00, será possível ouvi- -los no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian.
Falamos do meio-soprano Magdalena Kozená e do contratenor David Daniels. Ela checa, ele norte-americano, os dois ainda bem jovens, mas já adulados, adorados.
Na Gulbenkian, eles vão apresentar-se com a Orquestra de Câmara de Basileia, sob a direcção de Paul Goodwin, num programa que promete fazer brilhar as vozes entusiasmantes de Kozená e Daniels. Eles irão cantar cada um três árias e juntam-se para um dueto. Destes sete números, só um não é de óperas de Händel trata-se do Lamento de Dido, página conclusiva do Dido e Eneias, de Purcell, e neste recital a primeira cantada por Kozená.
Passemos então em revista este minifestival handeliano Daniels abre (positivamente) as hostilidades com a ária Fammi Combattere, do I Acto do Orlando, seguido do referido Lamento. Depois, ela Rodelinda, ele Bertarido, cantam Io t'abraccio, do II Acto da Rodelinda. Já na segunda parte, Daniels dá-nos o recitativo e ária Pompe vane di morte... Dove sei?, do I Acto da Rodelinda, uma ópera com a qual Daniels tem feito um sucesso imenso nos EUA. Logo a seguir, o contratenor vira-se para o Giulio Cesare, de que canta Se Infiorito, do II Acto. Despede-se Daniels e regressa Kozená, para nos dar a ouvir duas árias da Ariodante Scherza infida, do II Acto e Dopo Notte, do III Acto.
As intervenções dos cantores serão entrecortadas pela 3ème Production (oito números) da Tafelmusik de G. Ph. Telemann e, a abrir a segunda parte, o Concerto Grosso, op. 6 n.º 3, de Arcangelo Corelli.
Kozená já veio por diversas vezes a Portugal, já desde os Concertos PT/Em Órbita. Do seu repertório fazem parte Gluck (Orfeo e Paride ed Helena), Mozart (Figaro, La Clemenza, Don Giovanni, Idomeneo, Così), Händel (Giulio Cesare, com Minkowski), Monteverdi (L'Incoronazione) e Debussy (Pel- léas). A 17 do próximo mês estreia no Met de Nova Iorque uma nova produção da Katya Kabanova dirigida por Belohlávek. Antes disso, canta árias de Haydn e Mozart com a Orquestra da Idade do Iluminismo dirigida por Simon Rattle. Magdalena Kozená foi eleita Artista do Ano 2004 pela prestigiada revista britânica Gramophone e grava em exclusivo para a etiqueta Deutsche Grammophon.
Natural da Carolina do Sul, David Daniels distingue-se pelo seu timbre envolvente e beleza e agilidade da sua voz. Foi o primeiro contratenor a fazer um recital no Carnegie Hall (2002). Do seu repertório consta um ror de papéis handelianos (Rinaldo - gravação para a Decca com Cecilia Bartoli (2002) -, Rodelinda, Orlando, Giulio Cesare, Saul, Tamerlano, Serse), mas também L'Incoronazione di Poppea (Monteverdi), o Mitridate de Mozart, o Orfeu e Eurídice de Gluck e Sonho de uma Noite de Verão, de Britten. David Daniels é um artista exclusivo da Virgin Classics.
Fonte: Diário de Notícias
A história, a vida, o fado e os poemas de Alfredo Marceneiro.

Alfredo Marceneiro é o convidado do espaço TV Nostalgia de hoje da RTP Memória. O programa pode ser visto em duas sessões às 16.00 e 01.30. Alfredo Rodrigo Duarte, mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido à sua actividade profissional, simboliza o que há de mais popular no fado.
Nascido em Lisboa a 25 de Fevereiro de 1891, Alfredo Rodrigo Duarte começou a trabalhar aos 13 anos, primeiro como encadernador e depois como marceneiro, após a morte do pai. O fadista começou a cantar desde muito novo em cegadas de Carnaval e noutros eventos populares, dado que nasceu numa família com vocação para a música. A sua carreira iniciou-se, oficialmente, em 1942, quando assinou o seu primeiro contrato como profissional.
A partir desse ano nunca mais deixou de cantar o fado em todo o tipo de recintos e para todos os públicos. Apesar de não ter uma voz bonita nem possante, Alfredo Marceneiro criou um estilo pessoal e interpretou todos os grandes fados. Para além da sua característica "voz de cana rachada", Alfredo Marceneiro tinha também um feitio muito especial. O fadista cantou até morrer no dia 26 de Junho de 1982.
O Banco Efisa, um dos financiadores do aeroporto que vai nascer na Ota, quer cobrar sete euros por passageiro da Portela para ajudar ao financiamento do novo aeroporto. A ideia é taxar em sete euros cada bilhete aéreo dos passageiros do aeroporto da Portela, permitindo esse dinheiro criar um fundo de desenvolvimento para ajudar a pagar o novo aeroporto.
Vítor Lopes, do Banco Efisa, fez as contas e apresentou hoje a possibilidade durante a apresentação do novo aeroporto.
Os dados já revelados pelo Executivo sobre o novo aeroporto estimam um investimento necessário superior a três mil milhões de euros, dos quais apenas cerca de 10% corresponderão a investimento público.
Desde o início, o Governo sempre disse que, desejavelmente, o investimento privado teria uma importância fundamental na realização do projecto.
Fonte: Portugal Diário
Metade dos homicídios ocorridos este ano na região de Lisboa estão associados à actividade de gangues suburbanos de jovens. Até agora, e desde Janeiro de 2005, registaram-se 51 homicídios só na capital, num total de quase duas centenas em todo o país.
Fonte: Expresso on line
O trânsito vai estar condicionado na noite da próxima terça para quarta-feira junto ao viaduto Duarte Pacheco e à Calçada de Carriche, em Lisboa, devido a obras de conservação, informou hoje a entidade que gere as estradas.
Os trabalhos vão afectar o IP-7 na Avenida da Ponte, sob o viaduto Duarte Pacheco, o troço de estrada entre o início da A-1 e o «Rallis» e o IC-1, entre a Calçada de Carriche e o início da A-8, adianta o instituto público Estradas de Portugal (EP).
Numa nota, o EP adianta que as obras na Avenida da Ponte e no troço de estrada entre a A-1 e o «Rallis» decorrerão entre as 02:00 e as 06:00 de quarta-feira (30 de Novembro).
Os trabalhos junto à Calçada de Carriche iniciar-se-ão às 22:00 de terça-feira e prolongar-se-ão até às 02:00 do dia seguinte.
A empreitada refere-se a trabalhos de conservação corrente, «nomeadamente limpeza de bermas e valetas junto ao separador central», sendo necessário «condicionar o tráfego com corte de via direita nos dois sentidos», acrescenta a nota.
O EP salienta que os trabalhos vão ser devidamente sinalizados e acompanhados pelas brigadas de trânsito da GNR e PSP.
Fonte: Lusa
A 18ª edição da Terra Sã, anunciada como a maior feira de alimentação, agricultura biológica e ambiente da Península Ibérica, arranca hoje nas Docas de Alcântara.
O evento, organizado pela Associação Portuguesa de Agricultura Biológica (Agrobio), prolonga-se até domingo e pode ser visitado por dois euros. Com uma área de três mil metros quadrados e cerca de 140 expositores, vai ser possível adquirir produtos da agricultura biológica e também experimentar vinhos, sumos, azeites, doces e frutas.
No evento vão ainda ser apresentadas novas linhas de produtos, como espumantes biológicos e uma nova gama de carne biológica. Aos visitantes serão também disponibilizados outros artigos, nas áreas de higiene, cosmética, vestuário e produtos ecológicos para o lar.
Quem quiser pode também almoçar ou jantar no certame, num dos três restaurantes com "menus ecológicos", a preços a partir dos quatro euros.
A organização, que para esta edição criou um espaço dedicado às crianças com jogos e outras actividades, espera receber cerca de 20 mil visitantes.
A feira está aberta hoje e amanhã, entre as 10h00 e as 22h00, e no domingo até às 20h00.
fonte: Público on line
Concertos a decorrer em Lisboa até dia 1 de Dezembro.
Sábado, dia 26
Camané, Cristina Branco
Lisboa, Aula Magna, 21h30
Who Made Who, Jackson and His Computer Band
Lisboa, Sabotage Club, 23h30
Domingo, dia 27
Tomatito
Lisboa, CCB, 21h00
Segunda-feira, dia 28
Sara Tavares
Lisboa, Santiago Alquimista, 23h00
Terça-feira, dia 29
Akon
Lisboa, Sala Tejo (Pavilhão Atlântico), 21h00
Quarta-feira, dia 30
WrayGunn, Dead Combo
Lisboa, Santiago Alquimista, 22h00
Pillar Homem de Mello
Lisboa, Teatro S.Luiz, 21h00
Mondo Bizarre (Aniversário)
Lisboa, Lisboa Bar, 23h00
Boitezuleika
Lisboa, Fnac Colombo, 17h00
Nel`Assassin
Lisboa, Clube Mercado, 22h00
Quinta-feira, dia 1
Vitalic, Expander
Lisboa, Lux, 02h00
Bicicletas, patins, carros de rolamentos ou até cadeiras de rodas são hoje bem-vindos em Lisboa para a "bicicletada" organizada pelo movimento Massa Crítica, que visa promover a utilização de transportes alternativos.
Com concentração marcada para as 18:00 junto do Marquês de Pombal, o percurso a percorrer será definido na hora, numa iniciativa que se repete em cidades de todo o mundo na última sexta-feira de cada mês.
Francisco Amorim, ligado à Massa Crítica, disse à Agência Lusa que a ideia é "incentivar a utilização de transportes não-poluentes e transportes públicos e não do veículo próprio".
A apolítica Massa Crítica surgiu da vontade de um grupo de cidadãos de Chicago, nos Estados Unidos, em 1992, e chegou a Portugal há três anos, através da organização ambientalista Gaia, mas entretanto autonomizou-se.
Os entusiastas dos transportes não-poluentes defendem "uma nova mobilidade" que não prejudique nem o ambiente nem o espaço público, pretendendo provocar a discussão sobre políticas de transporte público e criação de vias especiais nas cidades.
Francisco Amorim referiu que a iniciativa tem vindo a crescer em Portugal, com cerca de 50 participantes na edição do mês passado, em Lisboa, ao mesmo tempo que se procura organizar "bicicletadas" no Porto ou em Faro.
Fonte: Lusa
O evento decorre entre quinta-feira e sábado, sempre às 21:30, no palco da Aula Magna da Universidade de Lisboa.
Um festival que junta o fado de Camané ao jazz de Jacinta, entre outros, começa quinta-feira em Lisboa para mostrar "o que se faz bem em português na área da música e cultura urbanas", disse fonte da organização.
"Ao jazz junta-se o fado e as novas tendências musicais em português", disse Carmo Cruz, das Produções Ugurú que organizam o Festival Música na Cidade.
O evento decorre entre quinta-feira e sábado, sempre às 21:30, no palco da Aula Magna da Universidade de Lisboa.
A banda Garoto que se estreia neste festival, Rodrigo Leão, Paula Oliveira & Bernardo Moreira, Jacinta, Cristina Branco e Camané constituem o elenco destas três noites temáticas.
Trata-se de "um novo tipo de festival, preenchido com espectáculos de grande qualidade, concebidos para permitirem uma visão ampla sobre a pluralidade da produção nacional, desde as novas maneiras de encarar a tradição à modernidade de ousadas propostas sonoras", diz ainda Carmo Cruz.
"Procuramos uma celebração da energia, da diversidade e do cosmopolitismo da música portuguesa, e dá-la a conhecer aos jovens", afirmou.
Segundo Carmo Cruz "há ainda algum desconhecimento dos jovens sobre o que nesta área se faz em português".
Por outro lado, prosseguiu, "há ideias pré-concebidas, nomeadamente quanto ao fado que é ainda visto como uma música antiga".
"Camané irá provar precisamente o contrário", rematou.
A banda Garoto, "que explora um novo conceito de música urbana", abre o Festival quinta-feira, seguindo-se o quarteto constituído por Irene Caracol, Jorge Rivotti, Filipe Simões e Marco Torre, acabando a primeira noite com Rodrigo Leão.
Na sexta-feira actua a cantora Paula Oliveira com o contrabaixista Bernardo Moreira, para apresentar o seu trabalho sobre clássicos da canção portuguesa, editado recentemente em CD.
Em seguida sobe ao palco o jazz de Jacinta.
Sábado, encerram o festival "dois dos mais importantes intérpretes da nova geração de fadistas, ao mesmo tempo duas vozes distintas e duas diferentes aproximações à tradição, sinal do dinamismo actual da canção tradicional de Lisboa".
Carmo Cruz refere-se a Cristina Branco e Camané.
Camané é apontado pela crítica "como um dos mais sólidos valores do fado", recentemente acompanhou Jorge Sampaio na sua visita oficial a Bruxelas, e este ano participará ainda no Festival de Beauchamps, em França.
Cristina Branco lançou em Fevereiro um novo álbum, "Ulisses", e realizou, este ano, a sua maior digressão de sempre em Portugal.
Fonte: Portugal Diário
É a primeira exposição da série e tem já por ambição ser livre e correr mundo: de Caminha a Tavira e de Lisboa a Sidney, este encontro de arte quer dar a conhecer novos artistas e sublinhar os já consagrados. De forma independente.
«Não pretende ser entendida como uma tomada de posição», avisa o documento de apresentação do «EncontrArte»,
«nem tem pretensão de ser assumida ou rotulada como colectivismo em termos de expressão artistica».
A primeira exposição da série EncontrArte no Chiado é
«exclusivamente um encontro em liberdade com a Arte, em formato de exposição colectiva». «De Caminha a Tavira e de Lisboa a Sidney», esta mostra de Arte Contemporânea, idealizada por Isabel Contrera Botelho, pretende assumir-se como uma forma absoluta de liberdade, reunindo 15 artistas plásticos.
Dez pintores ¿ Ana Carlos, Diogo Navarro, Filipa Rebelo de Andrade, Henrique Jales, Isabel Contreras do Botelho, Isabel Montanha Rebelo, Leonor Taborda, Miguel Franco de Sousa, Rodrigo Sampayo, Tiago Brito e Cunha e Vasco Sampaio; uma designer de jóias, Maria Avilez; dois fotógrafos, Leonardo Springer e Pedro Inácio e um escultor, José Miguel Franco de Sousa mostram os seus trabalhos a partir desta quinta-feira, às 18h30, na Rua Ivens (na antiga loja da Casa Alegre).
A exposição fica patente ao público até ao próximo dia 10 de Dezembro.
Fonte: Portugal Diário
As crónicas de Lisboa de Appio Sottomayor! Agora que não há A Capital, Lisboa está sem cronista.
O Supremo Tribunal Administrativo aceitava o recurso da Câmara de Lisboa, autorizando o recomeço das obras do Túnel do Marquês.
Diz-se que Carmona Rodrigues teve de despejar alguém que, logo após a eleição para a Vereação da Camara Municipal de Lisboa, se apressou a instalar-se de armas e bagagens num gabinete com o seu pessoal e a tratar de arranjar carrinho e motorista para as morosas deslocações na capital. Quem seria o okupa?
É inaugurada, em Lisboa, a maior loja da cadeia espanhola El Corte Inglês, garantindo 2500 postos de trabalho.
A quarta edição do festival de música Phono, promovido pela Fonoteca Municipal de Lisboa, começa esta terça-feira prolongando-se até ao dia 26 de Novembro, pelas 21:30 horas.
O cartaz este ano inclui cinco novas bandas portuguesas, que tocarão um concerto por noite.
Dia 22 - Eroscópio
Dia 23 - Orquestrinha do Terror
Dia 24 - Bicho de Sete Cabeças
Dia 25 - Novembro
Dia 26 - New Connection
À semelhança das mostras anteriores, a entrada é livre.
Fonte: Diário Digital

É inaugurado, em Lisboa, o monumento aos mortos da Primeira Grande Guerra.

Eram 18h00 quando as ruas da Baixa de Lisboa se inundaram de luz e cor. Foi no Rossio, no dia 19 de Novembro, que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues, acendeu as iluminações de Natal que dão agora outra vida ao coração da cidade. Os vereadores Fontão de Carvalho, Gabriela Seara, António Proa, José Amaral Lopes, Sérgio Lipari Pinto e Rúben de Carvalho também marcaram presença.
São 37 as ruas que ostentam as iluminações alusivas à época natalícia, naquilo que constitui um investimento de 950 mil euros por parte da autarquia. Por entre sinos, estrelas, laços e bolas, toda esta zona da cidade brilha como a que dar as boas-vindas ao Natal.
Para Carmona Rodrigues, estas iluminações representam “um incentivo à alegria”, já que este consiste num período de festa “em que as pessoas se sentem mais animadas e alegres”. O presidente da CML adiantou, ainda, que toda esta luz é, também, um estímulo para que as pessoas procurem o comércio tradicional: “A Baixa pode ser um grande centro comercial e nós, a autarquia, vamos tentar contribuir para que nunca deixe de o ser.”
As centenas de pessoas que se deslocaram ao Rossio e que puderam testemunhar a inauguração das luzes de Natal, mostram, segundo o autarca, “que a Baixa de Lisboa continua a ser um grande polo de atracção”.
A par desta iniciativa, a CML apresentará outras que terão como principal objectivo a animação e dinamização desta zona da cidade. Para breve, está o regresso dos concertos de Natal, onde, durante um mês, e tal como aconteceu no ano passado, diversos coros irão actuar em igrejas da Baixa.
Maior árvore de Natal da Europa acende-se em Lisboa
A maior árvore de Natal da Europa, com 72 metros de altura, iluminou-se, no dia 19 de Novembro, em pleno coração da cidade. Este ano, o palco escolhido foi a Praça do Comércio que, como não poderia deixar de ser, se encheu de milhares de pessoas que quiseram assistir ao vivo e a cores ao espectáculo de luz e fogo-de artifício que iluminou o Tejo.
Com um peso de 180 toneladas e uma altura correspondente a 23 andares, o dobro da Torre de Belém e mais dois metros que a distância entre o Rio Tejo e o tabuleiro da Ponte 25 de Abril, a montagem da árvore envolveu 350 pessoas, ao longo de 44 dias consecutivos de trabalho.
Para a iluminar, são necessários 2,2 milhões de micro lâmpadas, 15 mil mini-lâmpadas redondas, 18 mil metros de mangueira luminosa, 320 metros de néon, 380 “strobes” (focos de luz intermitentes),oito “moving lights” (focos móveis de longo alcance) com potências entre os 2 mil e os 7 mil watts e 144 painéis decorativos.
Este gigante pinheiro metálico, que consiste numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Lisboa, do Millennium BCP e da SIC, vai ter um irmão gémeo em Varsóvia, capital da Polónia.
Lembre-se que, no ano passado, a árvore de Natal, também a maior da Europa com 62 metros de altura, encontrava-se situada na Praça do Império, em Belém, mas este ano a autarquia decidiu trazê-la para o coração da cidade. “Desta vez, pensámos em trazê-la para a maior praça de Lisboa”, disse Carmona Rodrigues. “Assim, temos uma árvore monumental numa monumental zona da cidade”, acrescentou o autarca.
Com a árvore ali, até a festa de passagem de ano, habitualmente realizada naquele espaço, terá outro sabor: “Irá ser uma festa muito especial”, adiantou o presidente da CML. “Todo este colorido, não só da árvore mas também do fogo-de-artifício, irá atrair milhares de pessoas, muitas delas vindas de muito longe de Lisboa”, sublinhou.
Estima-se, agora, e à semelhança do ano passado, que cerca de 300 mil pessoas por dia se desloquem à Praça do Comércio, até dia 8 de Janeiro, para admirar a estrutura gigante vestida de luz e cor.
Fonte: CML
A cantora Paula Oliveira e o contrabaixista Bernardo Moreira apresentam o seu álbum de estreia, intitulado «Lisboa que Adormece», num espectáculo que decorre na Aula Magna, em Lisboa, esta sexta-feira. O concerto antecede a actuação de Jacinta.
O duo pretende homenagear canções em português com textos de Manuel Alegre, Sérgio Godinho, Ary dos Santos, José Niza e José Luís Tinoco.
A cantora Jacinta e o saxofonista e produtor Greg Osby actuam no seguimento do espectáculo de Paula Oliveira e Bernardo Moreira.
O concerto de Jacinta serve, igualmente de apresentação do álbum «Daydream», gravado em Nova Iorque.
O novo trabalho será lançado em breve pela EMI e o concerto é a oportunidade para se ver ao vivo a banda que gravou o álbum produzido pelo saxofonista.
Além do produtor, Jacinta far-se-á acompanhar por James Weidman (piano), Matt Brewer (contrabaixo) e Rodney Greene (bateria).
Os bilhetes estão à venda nas lojas FNAC e na Ticketline por preços que variam entre os 22 e os 30 euros.
Fonte: Diário Digital
O Museu das Crianças vai ser inaugurado terça-feira no Jardim Zoológico de Lisboa, depois de ter estado sem funcionar durante mais de um ano devido a uma mudança de instalações, anunciou a presidente do espaço.
O Museu das Crianças esteve instalado durante dez anos num espaço provisório no Museu da Marinha, em Belém, mas fechou as portas em Julho do ano passado por falta de condições para responder a uma cada vez maior procura do público.
Ao longo daquele período, o espaço foi visitado por mais de 350 mil pessoas e surgiu sempre na lista dos dez museus mais procurados na Grande Lisboa.
A Associação Acordar a História Adormecida, que gere o espaço, vai construir um museu definitivo na antiga escola número 117, em Marvila, cedida pela Câmara de Lisboa, mas até lá vai funcionar na zona franca, de acesso gratuito, do Jardim Zoológico.
O Museu vai voltar a mostrar a exposição "Dentro de Mim Há um Tesouro", destinado a crianças dos cinco aos doze anos, que já esteve patente há cerca de oito anos nas antigas instalações.
"Trata-se de uma exposição riquíssima que aborda o conhecimento de nós próprios, como os talentos, os limites, as dificuldades, as emoções e que pretende ensinar a respeitar as diferenças dos outros", disse Margarida de Lancastre.
Os mais pequenos também vão ter espaços próprios, como uma floresta mágica, onde há um livro gigante e alguns animais espreitam entre as ramagens.
O Museu vai passar a disponibilizar acções de formação para os pais, professores e educadores, em horário pós-laboral, com a participação de psicólogos, pedagogos e artistas.
"Isso é uma missão que este Museu tem: ajudar todos os educadores, sejam eles professores, pais, amigos ou avós", sublinhou a responsável, frisando que aos fins-de-semana também decorrerão ateliês para os pais.
Para a presidente, o Museu das Crianças fez "a maior das faltas" enquanto esteve encerrado.
"Recebíamos por mês entre 3.800 e 4.000 crianças. Foram essas que não tiveram acesso", explicou à Lusa Margarida de Lancastre.
A responsável considera que a instalação do Museu no Jardim Zoológico é uma mais-valia para as duas instituições, adiantando que estão a ser desenvolvidos projectos em conjunto.
"O Zoo tem todos os animais, florestas, o ambiente, temas que podem ser trabalhados. Há pano para mangas para pôr em prática projectos e ideias", disse.
A inauguração vai contar com uma conferência de imprensa e uma visita ao espaço, marcada por pequenos momentos musicais feitos por crianças, aproveitando o facto de ser dia de Santa Cecília, padroeira da música.
Fonte: Lusa
A substituição dos pontões do terminal fluvial do Terreiro do Paço, Lisboa, necessária para facilitar a atracagem das carreiras de passageiros provenientes da Margem Sul, só ocorrerá em 2006, com um ano de atraso sobre a data prevista.
Em declarações à Lusa, Mineiro Aires, presidente do Metropolitano de Lisboa, empresa encarregue da empreitada, justificou o atraso com alterações no projecto.
As obras, que se iniciaram em Junho com prospecções marítimas que obrigaram as carreiras do Seixal a atracar no Cais do Sodré em vez de no Terreiro do Paço, estão paradas desde finais do Verão.
Mineiro Aires explicou que as alterações no projecto decorreram da "exigência" da Transtejo, grupo que assegura a travessia fluvial de passageiros entre Lisboa e a Margem Sul, de que o traçado da muralha do cais do Terreiro do Paço fosse modificado, para atenuar o impacto da ondulação do rio.
"São precisas obras de engenharia e dragagens maiores, que só poderão ser feitas durante a época em que a agitação do rio é menor", frisou, acrescentando que os trabalhos, a serem retomados na Primavera/Verão do próximo ano, poderão estar concluídos ainda "antes do Inverno".
Não obstante os atrasos, o presidente do grupo Transtejo, Raul Vilaça Moura, assegurou à Lusa que as "alterações no perfil da muralha", necessárias para dar "mais garantias de estabilidade à atracagem" dos barcos, "não inviabilizam" o concurso para a instalação dos novos pontões, adjudicado há vários meses.
Esta empreitada chegou a avançar em Junho, com a prospecção das condições marítimas para a colocação dos pilares sobre os quais vão assentar os novos pontões, tendo Mineiro Aires admitido à Lusa que a substituição das estruturas poderia estar pronta antes do Inverno de 2005.
Apesar dos trabalhos estarem parados, as ligações do Seixal só regressarão ao Terreiro do Paço depois de finalizada a empreitada, para evitar novos transtornos aos passageiros, de acordo com o presidente da Transtejo.
Raul Vilaça Moura adiantou que, dependendo dos condicionalismos das obras, as carreiras do Barreiro e Montijo poderão ter de acostar no terminal do Cais do Sodré.
Os trabalhos de substituição dos pontões enquadram-se na empreitada de construção do novo interface de transportes do Terreiro do Paço, que incluirá ligações de metropolitano e barcos.
Os quatro pontões que existem actualmente no terminal do Terreiro do Paço assentam em plataformas flutuantes, que oscilam mais em caso de condições climatéricas adversas.
Em contrapartida, as cinco novas estruturas vão ficar assentes em estacas no rio.
Há um ano, os catamarãs que efectuam habitualmente a ligação para o Barreiro foram algumas vezes impedidos de atracar no Terreiro do Paço por causa do mau tempo.
Nessa altura, os grupos parlamentares do PCP e "Os Verdes" apresentaram um requerimento questionando o Governo sobre as obras nos pontões do cais do Terreiro do Paço.
Sindicatos ligados ao transporte fluvial de passageiros criticaram os atrasos na colocação das novas estruturas.
Fonte: Lusa
A chuva forte domingo e hoje em Lisboa provocou mais de 20 inundações, alguns buracos nas ruas e quedas de árvores, mas sem causar danos materiais, disse à Lusa fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB).
Fernando Branco, chefe de turno do centro de transmissões do RSB, adiantou que desde as 15:00 de domingo e as 15:00 de hoje, os bombeiros registaram "cem saídas", cerca de metade das quais relacionadas com o mau tempo.
Segundo o responsável, neste período de 24 horas os sapadores acorreram a 26 inundações, dez buracos na via pública, cinco quedas de árvores e quatro acidentes de viação, mais do dobro das ocorrências que as registadas "num dia normal de Inverno".
De acordo com a mesma fonte, esta é uma situação "um bocado anormal", mas, à excepção das viaturas acidentadas, "não houve danos materiais".
Na sua maioria, as inundações foram motivadas por "algerozes entupidos" e "telhas partidas", que Fernando Branco classificou como "coisas de pequena importância".
"Os lisboetas no Verão vão para a praia e só se lembram dos algerozes quando estão entupidos", disse.
Fonte: Lusa

Quando a crise esvazia cinemas, o Quarteto segue a regra, mas não deixa de festejar, hoje, os 30 anos que fazem dele "o cinema mais antigo de Lisboa", como nos recorda, "orgulhoso", Pedro Bandeira Freire, que realizou o sonho de criar o primeiro multiplex português.
Nesse complexo de "4 salas/4 filmes", acede-se hoje aos seis títulos em cartaz por uns simbólicos 50 cêntimos. Ainda assim bem mais do que os 27$50 que custava o bilhete para as salas sem lugares marcados (outra inovação), para filmes paradigmáticos da diferença introduzida na oferta comercial de qualidade, a inserir na rede europeia de Cinemas de Arte e Ensaio.
A um tempo longe e perto na memória, ressurgem-nos fragmentos dos filmes inaugurais Um Filme Doce, do jugoslavo Dusan Makavejev (distribuído por Filmes Ocidente); E Deram-lhe Uma Espingarda, do norte-americano Dalton Trumbo (Imperial Filmes); S. Miguel Tinha Um Galo, dos italianos Paolo e Vittorio Taviani (Doperfilme); Amor em Tons Eróticos, da sueca Mai Zetterling (Mundial Filmes). Com Censura apagada de fresco, novos sabores eróticos, o premiado pacifismo político dum "subversivo" veterano de Hollywood, ou a revisão utópica e pós-neo-realista da política.
Mais do que os próprios filmes, a variedade das distribuidoras situa-nos em época distinta da nossa, pelo ângulo das transformações económicas, correspondendo a fase monopolista de agora à designação de filme como "produto", a fazer "pele de galinha" a Pedro Bandeira Freire, cuja saúde precária o fez passar a gestão das salas para a empresa Socorama/LNK, em 1999, numa concessão de cinco anos, renováveis. Não renovados pelo mesmo concessionário - após uma série de episódios pouco edificantes e evocados por Bandeira Freire com mágoa na voz -, neste segundo quinquénio, sob gestão da firma Carvalho e Pagará.
O pai do Quarteto tem pena de não ver, ao menos, a assinalar este aniversário redondo, uma daquelas maratonas comemorativas a que habituou as "diferentes gerações de cinéfilos" criadas nas suas salas, entre programação regular e especiais - "no tempo em que havia 32 distribuidoras onde me fornecia do melhor", sublinha. É ao "monopólio quase desumano das distribuidoras" que admite dever--se, hoje, a falta de iniciativa congénere "Se calhar não lhes cederam filmes..."
Pesem embora as "dificuldades" reconhecidas, Bandeira Freire afirma que, "no contexto da crise - crise de consumismo e de cinefilia -, as coisas não estão tão mal assim" no Quarteto e reafirma-se "contente por fazer 30 anos, uma boa carreira". Deixa um voto como um apelo "Gostava que o Quarteto não morresse, ou que eu morresse antes dele, se não se encontrar uma solução" para mantê-lo animado, em nome da sua história.
Fonte: Diário de Notícias
Decisão foi tomada durante a cimeira Ibérica e acaba por recuperar a ideia do anterior ministro, António Mexia. Governo quer tudo concluido em 2013, com o percurso entre Lisboa e Madrid a durar duas horas e 45 minutos. Nova ponte pode vir a receber automóveis.
Chelas e Barreiro serão as duas margens para a nova ponte sobre o Tejo, que vai receber a ferrovia de alta velocidade. Esta é a solução do Governo para cumprir o calendário de ligar Lisboa a Madrid por TGV até 2013, garante hoje o Diário Económico.
A travessia deverá re~ceber inicialmente apenas a linha ferroviária, mas ao que tudo indica, a sua estrutura deverá ficar preparada para que numa dase seguinte, a ponte possa receber o tráfego automóvel.
Recorde-se que a opção agora em cima da mesa era precisamente a mesma que defendia António Mexia (ex-ministro da pasta no governo de Santana Lopes).
Em discussão está ainda a possibilidade da linha vir a servir também para o transporte de mercadorias entre ambas as capitais, numa ligação que passará a demorar cerca de duas horas e 45 minutos.
Quanto à ligação de alta velocidade entre Porto e Lisboa, o calendário do Governo aponta para o ano 2015.
Fonte: Portugal Diário
Os partidos de esquerda, que têm maioria na Assembleia de Freguesia de Benfica, Lisboa, voltaram a rejeitar, pela quarta vez consecutiva, a lista proposta pelo PSD, que ganhou as eleições autárquicas para o executivo na junta de freguesia. Perante o impasse, PS e PCP defendem a convocação de eleições, um cenário rejeitado pelo presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Domingues Pires (PSD), que sublinha ter sido "eleito legitimamente". O PSD ganhou as eleições autárquicas de 9 de Outubro para a Assembleia de Freguesia de Benfica, com oito mandatos, enquanto o PS obteve sete mandatos, a CDU três e o Bloco de Esquerda um.
Fonte: Diário de Notícias

Nem a chuva miudinha afastou as centenas de pessoas que ontem à noite se juntaram no Terreiro do Paço para assistir à inauguração da maior árvore de Natal da Europa que, pelo segundo ano consecutivo, marca presença em Lisboa.
De máquina fotográfica em punho, ao som de cânticos de Natal, todos aguardavam pelo momento. As crianças eram as mais impacientes - "Acende a árvore!", gritava um menino insistentemente, enquanto se ajeitava nos ombros do pai, para poder ver melhor.
Eram 20.35 quando o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues, carregou simbolicamente no botão e os dois milhões de luzes da árvore se acenderam, provocando o aplauso da multidão, que esqueceu ali o tempo de espera. "Valeu a pena esperar, a árvore está lindíssima!", dizia Jacinta Tavares.
Seguiu-se o espectáculo de fogo- -de-artifício, que coloriu o céu com uma chuva de faíscas douradas, vermelhas, verdes e azuis. E, durante uns minutos, as cabeças inclinaram-se e, de olhos postos no céu, a atenção dispersou-se entre as varandas dos edifícios circundantes e o passeio junto ao Tejo, donde vinha o fogo-de-artifício. Uma última explosão de cor mesmo junto à árvore terminou o espectáculo. No final, a satisfação era geral.
"Este é o coração da cidade e a árvore uma grande atracção. Antevendo a festa de fim de ano que, por hábito, é aqui, acho que vai dar um colorido especial a Lisboa", disse Carmona Rodrigues ao DN. Além de que "pode ser mais um estímulo turístico e trazer visibilidade à cidade". A estrutura é uma iniciativa do banco Millenium bcp, a que se associaram a Câmara Municipal de Lisboa e a SIC.
Depois da festa, foram muitos os que ficaram por ali, para tirar fotografias e conseguir ver a árvore mais de perto. Com 72 metros de altura, é maior do que a do ano passado, que media menos dois, característica que não passou despercebida. "Está mais alta do que no ano passado. É muito bonita!", dizia Maria de Lurdes Correia, esticando o pescoço.
Além da árvore agora inaugurada no Terreiro do Paço, as ruas de Lisboa já estão iluminadas com as tradicionais luzes de Natal. Este ano são 38 as vias da cidade decoradas, mais duas do que em 2004.
Fonte: Diário de Notícias
O Centro de Recreio Popular do Bairro da Calçada dos Mestres, em Campolide, inaugurou o novo campo de futebol sintético e a piscina de hidroginástica.
Agora, e com os novos equipamentos desportivos, esta associação sem fins lucrativos pode oferecer aos moradores do bairro um leque mais variado de actividades, como o futebol de cinco, a hidroginástica, a hidroterapia e a natação para bebés. A estas, juntam-se as já disponibilizadas pelo Centro, como a musculação, fitness, manutenção e o thai-chi-chuan.
Depois de descerradas as placas da Piscina Jaime Daniel M. da Costa Rosa e do Campo de Futebol Sintético, Carmona Rodrigues foi presenteado com a actuação do Coro da Associação dos Reformados e Pensionistas, cujos membros são, também, frequentadores do Centro de Recreio Popular.
Fonte: CML
Decorreu no dia 18 de Novembro, na Escola Superior de Educação de Lisboa, a sessão de abertura das comemorações dos 30 anos do Centro Doutor João dos Santos / A Casa da Praia,
O Presidente da CML, António Carmona Rodrigues, participou na sessão de abertura das comemorações dos 30 anos do Centro Doutor João dos Santos / A Casa da Praia, que decorreu no dia 18 de Novembro, na Escola Superior de Educação de Lisboa.
A Casa da Praia (assim designada por se localizar na Travessa da Praia, em Lisboa) é uma instituição privada de solidariedade social fundada em 1975 pelo pedagogo João dos Santos. Também designada hoje por Centro Doutor João dos santos, em homenagem ao seu fundador, a instituição presta apoio psicopedagógico a crianças com dificuldades de aprendizagem escolar e/ou problemas de comportamento, procedendo também ao acompanhamento regular das suas famílias.
Na sessão de abertura das comemorações, intervieram a presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Educação de Lisboa, na qualidade de anfitriã, Lourdes Serrasina, o presidente do Conselho Directivo da Casa da Praia, Pedro Perrot Morato, a representante do Ministro da Saúde, Maria João Heitor, o presidente do Instituto de Segurança Social, Edmundo Martinho, e, a encerrar, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Carmona Rodrigues.
Na sua intervenção, Carmona Rodrigues, depois de congratular quantos ao longo destes 30 anos “têm trabalhado para o engrandecimento e edificação de algo que é muito mais do que uma mera instituição, assumindo-se, acima de tudo, como um projecto de vida”, aludiu ao busto de João dos Santos, recentemente inaugurado em Lisboa, e à relação de cooperação e apoio que a Câmara Municipal mantém com a Casa da Praia.
Considerando o papel da instituição, que prepara as crianças com dificuldades adaptativas para a sua inserção na vida activa, o autarca aludiu à “necessidade de valorizar todos os cidadãos porque o auxílio à integração de crianças com problemas sócio-educativos é um imperativo da democracia e da coesão social”. Carmona Rodrigues concluiu a sua intervenção saudando todos os que, nesta “causa nobre”, se dedicam, com “competência e carinho” à vida das crianças e da instiuição que as serve.
Nesta ocasião, as comemorações dos 30 anos da Casa da Praia prosseguiram com uma conferência e o lançamento de um livro sobre a instituição.
Fonte: CML
Os dois milhões de luzes da maior árvore de Natal da Europa, instalada na Praça do Comércio em Lisboa, são hoje acesas numa cerimónia marcada por um espectáculo de fogo-de-artifício.
Com 72 metros de altura, mais dez metros do que a instalada no ano passado em Belém, a árvore de Natal vai ter uma irmã gémea na capital da Polónia, numa iniciativa do Millennium BCP a que se associaram a Câmara de Lisboa e a estação de televisão SIC.
Com uma altura correspondente a 23 andares, o dobro da Torre de Belém e mais dois metros do que a distância entre o rio Tejo e o tabuleiro da Ponte 25 de Abril, a montagem da árvore envolveu 350 pessoas, ao longo de 44 dias consecutivos de trabalho.
Para a iluminar serão necessários 2,2 milhões de micro lâmpadas, 15 mil mini-lâmpadas redondas, 18 mil metros de mangueira luminosa, 320 metros de néon, 380 "strobes" e oito "moving lights", adianta o Millennium BCP, que estima que cerca de 300 mil pessoas vão ver, diariamente, a árvore gigante.
Antes da cerimónia, marcada para as 19:30, o presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, vai passear pela Baixa Pombalina para assinalar a inauguração das iluminações de Natal.
Este ano, 38 ruas, mais duas do que em 2004, vão estar iluminadas com os motivos de Natal.
Fonte: Lusa
Chuvas torrenciais, caídas durante a noite e a madrugada, provocavam inundações na região de Lisboa e zonas limítrofes, causando vários mortos (um total de nove, segundo se apuraria no dia seguinte) e cerca de um milhar de desalojados.
O presidente da Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, mandou embargar a construção de um complexo na estação ferroviária do Rossio por falta de licença para a obra, aprovada pela autarquia no anterior mandato.
A estação do Rossio, construída entre 1886 e 1887 no estilo neo-manuelino, está classificado pelo IPPAR como património industrial.
Em declarações à Lusa, o assessor de imprensa de Carmona Rodrigues (PSD) explicou que a Polícia Municipal verificou que estavam a decorrer trabalhos na estação do Rossio e quando solicitou o alvará de construção observou que a licença não existia, o que determinou o embargo da obra.
A construção, da responsabilidade da Invesfer, empresa em que participa a Refer, gestora das infra-estruturas ferroviárias do país, foi licenciada durante o anterior mandato, presidido maioritariamente por Pedro Santana Lopes (PSD) e em que Carmona Rodrigues foi vice-presidente e também presidente.
Contactado pela Lusa, o porta-voz da Refer disse desconhecer a decisão de Carmona Rodrigues, afirmando apenas que estava a decorrer a construção de um complexo.
O representante da empresa remeteu para mais tarde um comentário.
A Lusa soube que Carmona Rodrigues considera que a instalação de escritórios não é o uso mais adequado para a estação do Rossio, um edifício do final do século XIX situado numa das principais praças de Lisboa.
O presidente da Câmara pretende por isso propor à Refer uma alteração do projecto, de forma a adaptar a estação ferroviária a um uso mais consentâneo com o seu valor arquitectónico.
O edifício, construído entre 1886 e 1887 no estilo neo-manuelino, está classificado pelo Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) como património industrial.
A Real Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses encomendou ao arquitecto José Luís Monteiro a construção da Estação Central de Lisboa, que foi valorizada pela utilização de uma corrente estética geralmente atribuível a edifícios conotados com o poder.
"Do conjunto destaca-se a cobertura do cais de embarque, enquadrada nos protótipos da arquitectura do ferro, colocando-a ao nível das estações europeias da época", lê-se no site do IPPAR.
Fonte: Público on line
O músico e cineasta Emir Kusturica regressa ao Coliseu de Lisboa, esta segunda-feira (dia 21), às 21:30 horas. O registo ao vivo «Live is a Miracle in Buenos Aires», editado em CD e DVD, constitui um dos motivos da nova visita do artista.
Emir Kusturica actua ladeado pela The No Smoking Orchestra num registo festivo que tem conhecido um aglomerar de fãs nacionais ao longo dos anos.
Autor de filmes como «Underground» ou «Gato Preto, Gato Branco», Kusturica serve-se da sua perfomance musical como um fio condutor das suas banda-sonoras.
Fonte: Diário Digital
Utentes da Linha de Sintra apelaram hoje a uma urgente resolução do impasse em que se encontram as obras da estação do Rossio, embargadas pela Câmara de Lisboa, afirmando-se prejudicados pelo atraso.
O túnel do Rossio, onde termina a linha de comboio de Sintra, está encerrado desde Outubro do ano passado por razões de segurança, estando a decorrer obras de reabilitação, a cargo da Refer, empresa que gere as infra-estruturas ferroviárias. Também o interior da estação estava a ser recuperado pela Invesfer, uma empresa da Refer, uma obra embargada quarta-feira pela Câmara de Lisboa por falta de alvará de construção.
A decisão do presidente do município, Carmona Rodrigues, surge, na opinião da Comissão de Utentes da Linha de Sintra (CLUS), «numa altura em que se justificava uma maior rapidez nas obras do túnel e da estação do Rossio, tendo em vista acabar com o tormento diário dos utentes» do comboio, que se viram obrigados a usar outros meios de transporte, nomeadamente o Metro.
Para a comissão, a paragem das obras cria «prejuízos mais prolongados para os utentes da Linha de Sintra».
Carmona Rodrigues vai entretanto solicitar uma reunião à Refer para discutir uma eventual alteração ao projecto de reabilitação da estação.
O projecto, aprovado pelo anterior executivo camarário, prevê a instalação de uma zona de escritórios, um uso que o autarca não considera o mais adequado para aquele edifício, construído no final do século XIX.
A comissão «considera natural que haja preocupações relativamente à reabilitação deste emblemático edifício, no sentido de a sua concretização não molestar o seu valor histórico e arquitectónico», e aplaude a recuperação da estação, «dada a degradação e abandono a que foi votada nos últimos anos».
Os utentes apelam no entanto a Carmona Rodrigues e à Refer «para que envidem todos os esforços, com a urgência que a situação exige, no sentido de serem resolvidos todos os requisitos legais, na perspectiva de as obras prosseguirem sem paragens e a bom ritmo».
Em declarações à Lusa, o porta-voz da Refer disse que a empresa só recebeu a decisão de embargo quinta-feira, recusando «entrar em alarmismos».
«Naturalmente estamos disponíveis para ouvir a proposta do presidente da Câmara», disse a mesma fonte.
Fonte do gabinete de Carmona Rodrigues afirmou que «a situação estará resolvida rapidamente» com a Refer, garantindo que o embargo não vai afectar as obras no interior do túnel.
Fonte: Lusa
A Câmara de Lisboa, liderada por Carmona Rodrigues, vai aderir ao protesto da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), contra os cortes previstos no Orçamento de Estado para as autarquias.
A notícia é avançada na edição desta sexta-feira do Jornal de Notícias, que recorda a moção apresentada pela CDU e aprovada, na quarta-feira, com os votos a favor do PSD, PCP e BE (PS e CDS-PP abstiveram-se), na qual a autarquia manifesta «activa adesão a todas as medidas que venham a ser colectivamente decididas no sentido de defender os interesses dos municípios e das populações».
Recorde-se que, na passada quarta-feira, em Santarém, mais de dois mil autarcas (os presidentes das câmaras de Lisboa e Porto estiveram ausentes) decidiram cobrar ao Estado a prestação de serviços da competência da Administração Central, pedir formalmente aos deputados de cada distrito para votarem contra o OE, colocar as bandeiras a meia-haste e recusar novas competências da parte da Administração Central, como forma de protesto.
Fonte: Diário Digital
Ao Erro de Impressão a recomendação. E das vivas.
Lançamento do relógio Longines Marquês de Pombal no Museu da Cidade
Carmona Rodrigues, esteve presente no dia 15 de Novembro, no almoço de apresentação da edição comemorativa do relógio Marquês de Pombal, que teve lugar no Museu da Cidade. Este relógio, da marca Longines, comemora o início da reconstrução da cidade de Lisboa após o Terramoto de 1755.
A Longines assinala os duzentos e cinquenta anos do início da reconstrução de Lisboa, após o terramoto que a devastou, com a edição especial Longines Marquês de Pombal, num tributo à reedificação da capital portuguesa. A peça foi lançada pela administração da Tempus Internacional e pela própria marca.
Carmona Rodrigues foi presenteado com um relógio, o número 250 da edição de aço, e mostrou-se “muito satisfeito e agradecido pela oferta, que irá, certamente, enriquecer o Museu da Cidade”. Para o presidente da autarquia, a importância desta homenagem a Marquês de Pombal e à reconstrução da Baixa de Lisboa passa por “ter-se conseguido mostrar ao mundo a capacidade de realização de Sebastião José de Carvalho e Melo, aquando da reedificação da cidade depois daquele que foi um dos maiores terramotos da Europa”.
Este relógio faz parte de uma edição limitada e numerada, com 250 peças em aço e 56 em ouro rosa, produzida exclusivamente para Portugal. O Longines Marquês de Pombal apresenta-se num estojo especial de madeira e é acompanhado por um certificado de autenticidade, apresentando um pequeno livro que versa sobre a reconstrução de Lisboa e a vida de Marquês de Pombal.
Fonte: CML
Feira das Estrelinhas no Centro de Congressos de Lisboa
Decorreu em Lisboa, na antiga FIL a Feira das Estrelinhas, que foi inaugurada no dia 11 de Novembro. Organizada pela Associação Novo Futuro, a Feira incluiu espectáculos musicais, envolvendo figuras públicas e o meio empresarial, bem como a venda de diversos artigos (roupa, decoração, brinquedos, livros, etc). As receitas destinam-se a apoiar os lares, para crianças e jovens privados de ambiente familiar, daquela associação.
Foi o segundo ano que este espaço de solidariedade se realizou em Lisboa, sendo que na edição de 2004 se denominou El Rastrillo, o nome que recebe em Espanha, país precursor que há 30 anos organiza a iniciativa já com grande tradição. Este ano, a Associação Novo Futuro optou por designar o Rastrillo de Feira das Estrelinhas, “pois os principais beneficiários desta feira são as nossas crianças e jovens, as nossas ‘estrelinhas’...”.
No discurso de abertura, Carmona Rodrigues registou com agrado o “papel fundamental que, ao longo destes quase dez últimos anos, a Associação Novo Futuro tem tido na procura de um futuro digno para muitas crianças sem família e com percursos de vida traumáticos”, e fez suas as palavras da instituição “nunca haverá excesso de solidariedade, por isso precisamos sempre da ajuda de todos”.
A Associação Novo Futuro é uma Instituição de Solidariedade Social de Superior Interesse Social (IPSS), criada em 1996, que tem por missão apoiar crianças e jovens privados de ambiente familiar, criando condições que permitam o seu desenvolvimento e formação humana até á sua integração na sociedade. Actualmente gere seis lares (Grande Lisboa e Grande Porto), sendo que todas as crianças lhe estão confiadas judicialmente (tutela e poder paternal). O número médio de pedidos de ingresso nos lares da Associação ascende a cerca de 25 crianças por mês, existindo ainda perto de 4 mil jovens e crianças por acolher.
A Feira das Estrelinhas decorreu no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL) até dia 14 de Novembro, das 11H00 às 02H00.
Fonte: CML
Dar a conhecer os novos artistas portugueses e o que de melhor se faz no nosso país no campo do desenho, pintura, escultura, fotografia e vídeo. É a segunda edição do Anteciparte Millenium bcp, que arranca hoje, uma mostra que reúne, até dia 27, na Estufa Fria, em Lisboa, os trabalhos de 11 jovens artistas desconhecidos e ainda sem expressão no circuito comercial de arte contemporânea.
Uma iniciativa conjunta do Millenium bcp e da BLUG, empresa que visa a divulgação da arte contemporânea, o Anteciparte nasceu no ano passado da vontade de dinamizar o panorama artístico nacional. Um evento que aposta na "defesa da cultura que foi, mas também da cultura que vai ser", como afirmou Paulo Teixeira Pinto, presidente do Conselho de Administração daquele banco, principal mecenas do projecto.
São 11 os artistas que estarão a representar o melhor da nova criação nacional. Os trabalhos expostos resultam de um concurso que abrangeu 200 finalistas das escolas de arte do país. O que se poderá ver a partir de hoje é fruto de uma selecção efectuada por um júri composto por cinco nomes da arte contemporânea nacional João Silvério, José Carlos Santana Pinto, Lourenço Egreja, Sandra Vieira Jürgens e Vasco Araújo.
Para além de possibilitar a exposição pública dos trabalhos de artistas desconhecidos do público, o evento prevê também a sua venda. Uma estratégia que constitui um incentivo prático para os criadores, ao mesmo tempo que permite "introduzir novos artistas portugueses no mercado da arte", como explicou Paulo Fidalgo, director de comunicação do Millenium BCP.
"Um barómetro para as artes portuguesas", como o define o director executivo da BLUG, Lourenço Lucena, o Anteciparte repete a fórmula do ano passado - a aposta na aproximação entre artistas, mercado e público. Uma iniciativa que, segundo os números avançados pela organização, conseguiu vender, na edição anterior, 80% dos trabalhos expostos.
INICIATIVAS paralelas. Para além da exposição permanente, aberta das 12.00 às 21.00, o Anteciparte irá ainda promover vários debates onde se discute a arte contemporânea e a sua relação com três temas coleccionismo (dia 19), públicos (20) e curadoria (26). Todos na Estufa Fria, às 17.00.
Um dos artistas será ainda agraciado, no encerramento da exposição, com o prémio Anteciparte Millenium bcp, uma viagem a Nova Iorque e a entrada em alguns dos museus e ateliers mais importantes do mundo.
Fonte: Diário de Notícias

Apesar de ter sido entregue a Portugal pelo Conselho Europeu de 2003, só em 2006 é que a Agência Europeia de Segurança Marítima (AESM) deverá instalar-se em Lisboa, na zona do Parque das Nações.
A notícia é avançada na edição desta quinta-feira do Diário de Notícias, que recorda que a agência, criada em 2002 e liderada pelo belga Willem de Ruitter, continua com sede provisória em Bruxelas.
Em declarações ao DN, fonte não-identificada do Ministério dos Negócios Estrangeiros recordou que «a data prevista» para a instalação era, efectivamente, 2006, sendo este um processo cuja liderança está totalmente entregue a Bruxelas, nomeadamente, no que diz respeito ao recrutamento de funcionários.
A AESM foi criada para dar apoio técnico aos Estados-membros e à Comissão na aplicação das leis comunitárias de segurança marítima e no controlo da sua execução e eficácia.
Fonte: Diário Digital
À medida que se aproximam as eleições presidenciais aumenta o interesse em conhecer o Palácio de Belém, onde mora a Presidência da República. Em breve o Olissipo contará a história do palácio onde está hasteado o pavilhão da Presidência.
José Sá Fernandes tem dúvidas quanto à segurança da inclinação do túnel do Marquês. O vereador da Câmara de Lisboa vai pedir um parecer técnico. O presidente da Câmara de Lisboa reconhece que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil não aconselha para já a realização de obras no túnel do Marquês. Uma intervenção só poderá ter lugar depois de reforçado o túnel do Metropolitano que liga o Marquês de Pombal ao Saldanha.
José Sá Fernandes não desiste de apurar se é segura a inclinação do túnel do Marquês, junto ao metro. O vereador da Câmara de Lisboa foi ontem até ao local e anunciou que vai pedir um parecer técnico à Prevenção Rodoviária Portuguesa e à Ordem dos Engenheiros.
"Há mais de dois anos que a obra começou e nós ainda estamos neste impasse. Alguém tem de dar um parecer sobre isto", afirmou o vereador do Bloco de Esquerda no final de uma visita às obras do Túnel do Marquês, que estiveram embargadas durante nove meses devido a uma acção interposta por Sá Fernandes no Tribunal Administrativo de Lisboa.
Durante a visita, o vereador eleito pelo Bloco de Esquerda (BE) disse que constatou "três coisas gravíssimas" - ausência do parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) sobre a proximidade do túnel rodoviário do metropolitano - separam-nos apenas 50 centímetros - falta de um projecto de execução viável e a inclinação "perigosíssima" da infra-estrutura.
Carmona reafirma segurança da obra
Por seu lado, o presidente da Câmara de Lisboa reafirmou que a construção do túnel do Marquês está a ser acompanhada de forma a garantir a segurança da obra.
"Uma das pessoas mais interessadas na segurança da obra tenho sido eu", garantiu Carmona Rodrigues, à margem da cerimónia de entrega do prémio de melhor cidade anfitriã dos prémios de música MTV, nos Paços do Concelho.
Carmona Rodrigues reconhece que o LNEC desaconselha, para já, mais obras no túnel. O que, a acontecer, só poderá ser feito depois de reforçado o túnel do Metropolitano que liga o Marquês de Pombal ao Saldanha.
Fonte: SIC on line
Responsável da Ordem dos Engenheiros afirmou esta quarta-feira que «tudo tem vindo a ser feito para aumentar segurança». Tudo é tudo.
Um responsável da Ordem dos Engenheiros afirmou hoje que o Túnel do Marquês, em Lisboa, é uma obra segura, nomeadamente a nível da inclinação, protecção contra acidentes e na resposta a incêndios.
Em declarações aos jornalistas à saída de uma visita técnica ao túnel, no âmbito de um encontro de especialistas em engenharia da climatização, Jorge Saraiva, responsável desta área da Ordem dos Engenheiros disse que "tudo tem vindo a ser feito para aumentar a segurança".
O engenheiro desdramatizou as declarações do vereador do Bloco de Esquerda na Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, que terça-feira considerou que a inclinação pode tornar o túnel "muitíssimo perigoso".
"A inclinação é de nove por cento, não é diferente do que existe à superfície, que em alguns troços até tem inclinações superiores", sublinhou.
Jorge Saraiva, que também participou na elaboração do projecto do túnel, destacou que o piso foi "melhorado" para reforçar a segurança e adiantou que "não vai haver de certeza água dentro do túnel".
Quanto à segurança contra incêndios e à resposta a acidentes, o responsável afirmou que "todos os sistemas são redundantes".
"Se houver qualquer questão dentro do túnel, haverá vários sistemas a funcionar em simultâneo", frisou.
Segundo o especialista, a segurança também deverá ser garantida pelo limite de velocidade de 50 quilómetros/hora e pela proibição de circulação de pesados, que "são responsáveis por sete em cada dez acidentes dentro de túneis, segundo estatísticas europeias", uma medida que "reduz drasticamente a possibilidade de acidentes graves".
"Sob o ponto de vista técnico, estas obras devem ser `vendidas'.
Não há razões para que o túnel não seja usado", destacou.
Questionado sobre o cruzamento do Túnel do Marquês sobre a linha azul do Metropolitano, sobre o qual Sá Fernandes denunciou não haver estudos, o especialista disse não poder pronunciar-se.
Instado a comentar a polémica que tem existido à volta desta obra, o engenheiro considerou que "também há questões políticas metidas nisto".
Fonte: Portugal Diário
Sexta-feira a capital vai ser palco da actuação de um dos grupos mais marcantes da década de 70.
Lisboa prepara-se para receber, na sexta-feira, a primeira mega-festa disco sound, que traz em estreia a Portugal os Village People, representantes maiores do estilo musical que marcou o final da década de 70.
Em antecipação da actuação em Lisboa, Alex Briley, dos Village People, afirmou à agência Lusa que o grupo tem pensado todo um alinhamento de êxitos, e mais algumas canções, para uma plateia que encontra pela primeira vez para uma "grande festa", que será também animada pelos Boney M.
Os Village People, banda que nasceu em Nova Iorque em 1977 pela mão do produtor Jacques Morali, conquistaram o reconhecimento internacional com êxitos como "YMCA" ou "Macho Man", "Go West" ou "Can't Stop The Music" e desde então as suas canções raramente deixaram as pistas de dança e os seus elementos sempre se apresentaram ao vivo ao longo de 30 anos.
"Quando gostamos do que fazemos é muito fácil.
Tenho andado a viajar durante quase 30 anos e é uma das melhores maneiras de ver o mundo. Além de que é uma coisa que gostamos de fazer", disse Alex Briley.
As canções que marcaram a história do +disco sound+ e ocuparam os primeiros lugares das tabelas a nível internacional saíram quase todas, e daí a denominação, das discotecas de Nova Iorque.
"Quando nos anos 70 um produtor estava a juntar uma banda e tinha uma canção que queria tornar um êxito levava- a para as discotecas +gay+. Se a canção tivesse aceitação nessa discoteca seria um grande êxito de certeza", lembrou Alex Briley.
Desta leva nasceram alguns dos maiores êxitos da música que sobrevivem à passagem de gerações, além dos temas interpretados pelos Village People são também os casos de "I Will Survive", de Gloria Gaynor, "Get Down Tonight", dos KC & the Sunshine Band, "Le Freak", dos Chic, ou "Hot Stuff", de Donna Summer, "Daddy Cool" dos Boney M, definidos como pilares do +disco+.
à história musical dos Village People junta-se um conjunto de personagens, cuidadosamente criadas para o nascimento do grupo, encarnadas durante estes quase 30 anos de carreira.
Desde o início que cada elemento do grupo representava um estilo de vida americano - um índio, um +cowboy+, um polícia, um militar, um construtor e um +motard+ -, personagens que nunca deixaram de vestir em palco.
"às vezes as pessoas vestem-se como nós. É a noite das bruxas 365 dias por ano", disse Alex Briley, membro da formação original que veste a pele de soldado.
Os outros membros dos Village People, que subirão ao palco em Lisboa são Felipe Rose (índio), David Hodo (construtor), Ray Simpson (polícia) e Jess Olson (+cowboy+).
A banda perdeu um dos seus elementos originais, Glenn Hughes, em 2001, vítima de cancro.
O +disco+, que vivia alimentado pelas bandas feitas à medida para as tabelas de vendas e da reinvenção de tantas outras - como os Bee Gees ou até os Rolling Stones - , acabou por esmorecer em meados dos anos 80, depois de editar obsessivamente canções e filmes - como a "Febre de Sábado à Noite" ou a película que conta a história dos Village People, "Can+t Stop The Music.
Com o abrandamento da presença nas tabelas de vendas, dando lugar a outros estilos de dança que se desdobraram em 80, o +disco+ voltou quase exclusivamente às pistas de dança, onde sobreviveu todos estes anos, e as bandas que com ele nasceram seguiram diferentes caminhos.
Os Village People prosseguiram a sua carreira revivendo sempre os mesmos êxitos que os tornaram mundialmente conhecidos e sem retomarem a edição de material novo.
"Fomos para Las Vegas, para os casinos", afirmou Alex Briley, que com entusiasmo recorda como ao longo destes 30 anos as suas canções ficaram gravadas na história e ainda hoje são um êxito em qualquer pista de dança ou festa.
"Descobrimos ao longo do tempo que muitas das pessoas que nos ouviam nos anos 70, agora trazem os netos às discotecas e sabem todos dançar o +YMCA+ e conhecem a canção", disse.
Fonte: Portugal Diário
PSD fica sozinho na liderança do executivo camarário
O presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, distribuiu os pelouros apenas a vereadores do PSD, ficando de fora toda a oposição, que recusou ocupar cargos de gestão, anunciou hoje a autarquia.
O PSD, liderado por Carmona Rodrigues, ficou em minoria na Câmara de Lisboa e em maioria na Assembleia Municipal.
Além dos oito eleitos do PSD, o executivo é ainda composto por cinco vereadores do PS (Manuel Maria Carrilho, Nuno Gaioso Ribeiro, Madalena Moura, Dias Baptista e Isabel Seabra), dois da CDU (Ruben de Carvalho e Rita Magrinho), um do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, e a vereadora democrata-cristã Maria José Nogueira Pinto.
A distribuição de pelouros foi realizada terça-feira por Carmona Rodrigues através de um despacho de delegação de competências, cerca de um mês e uma semana depois das eleições autárquicas.
Ao contrário do sucedido no anterior mandato, presidido por Santana Lopes, o PSD fica sozinho na liderança do executivo camarário, depois de terem falhado as negociações para uma possível coligação com a vereadora do CDS-PP, Maria José Nogueira Pinto.
Carmona Rodrigues fica responsável pelos pelouros do Turismo, onde será coadjuvado pelo vereador e vice-presidente Fontão de Carvalho, do Urbanismo, onde será apoiado pela vereadora e também adjunta Gabriela Seara, e da Segurança.
Fontão de Carvalho, ocupa os pelouros das Finanças - atribuição que já teve com a maioria PS/PCP e no anterior mandato durante a presidência de Carmona Rodrigues - e do Património.
Cabe ainda a Fontão de Carvalho executar a política municipal nos sectores de comércio e abastecimento e acompanhar a actividade desenvolvida pelo Mercado Abastecedor da Região de Lisboa (MARL), pela Associação de Turismo de Lisboa, pela Associação para o Pólo Tecnológico de Lisboa (LISPOLIS) e pela Agência para a Modernização Económica de Lisboa (AMBELIS).
A vereadora Marina Ferreira, anterior presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes, ocupa o novo pelouro da Mobilidade e os pelouros da Protecção Civil e dos Recursos Humanos.
Marina Ferreira irá acompanhar também a actividade desenvolvida pela Empresa Pública Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL).
Pedro Feist, antigo vereador do CDS/PP que regressa dois anos depois de ter saído da autarquia lisboeta, tem a seu cargo as Obras Municipais, a Higiene Urbana e Resíduos Sólidos, o Desporto, Viaturas e as Colectividades.
A ex-chefe de gabinete e directora de campanha de Carmona Rodrigues, Gabriela Seara, ficou com os pelouros da Habitação Social, Modernização Administrativa e Serviços Centrais e Juventude.
Gabriela Seara - que acumula o cargo de adjunta do presidente - vai ainda acompanhar a actividade desenvolvida pela Gebalis - Gestão de Bairro Municipais de Lisboa e gerir as obras municipais de conservação, construção ou reconstrução, no âmbito das suas competências.
António Prôa volta a ocupar o Ambiente e Espaços Verdes, um pelouro que já deteve durante a presidência de Carmona, no anterior mandato.
O vereador terá ainda a seu cargo o Espaço Público, o Programa LX Alerta, os cemitérios e o Relacionamento Institucional com as Juntas de Freguesia, além do acompanhamento da actividade das empresa Valorsul - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos e da Lisboa E- Nova - Agência Municipal de Energia.
O ex-secretário de Estado da Cultura dos governos de Durão Barroso e de Santana Lopes, Amaral Lopes, fica com o pelouro da Cultura e terá de acompanhar a actividade desenvolvida pela EGEAC - Empresa de gestão de Equipamentos e Animação Cultural.
A Acção Social fica a cargo do vereador Sérgio Lipari, a quem cabe também definir e dinamizar medidas de apoio à criança, designadamente dirigidas às famílias mais carenciadas, e gerir os recursos humanos dos estabelecimentos de educação e ensino.
Fonte: Portugal Diário
No primeiro semestre deste ano desceu para metade a ocupação dos espaços de escritório em Lisboa, apesar da srendas não terem baixado. Mercado?
A CML decide hoje se Carmona terá todos os poderes que quer no urbanismo.
O vereador do Bloco de Esquerda (BE) na Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, propõe hoje em reunião do executivo a realização de auditorias às sociedades de reabilitação urbana e empresas em que a autarquia participa.
O executivo camarário liderado por António Carmona Rodrigues realiza hoje de manhã a segunda reunião desde que tomou posse, num encontro à porta fechada no edifício dos Paços do Concelho.
Na proposta, o vereador do Bloco defende ser "uma prioridade que todas as contas do município de Lisboa sejam claras e transparentes" e sugere que o concurso público, já aberto, para a realização de uma auditora externa a "diversas empresas municipais" seja alargado.
Na opinião de Sá Fernandes, a auditoria deve ser alargada às três sociedades de reabilitação urbana - Ocidental, Oriental e da Baixa Pombalina - e às empresas "em que a Câmara tem uma forte participação".
O vereador bloquista propõe a realização de auditoria à Ambelis, MARL, Simtejo, Valorsul, Associação Parque Junqueira, Associação de Turismo de Lisboa, Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, Lisboa E-Nova, Lispolis, Associação Música, Educação e Cultura, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Fundo Remanescente de Reconstrução do Chiado.
Uma questão que regressa hoje à discussão é a delegação de algumas competências da Câmara no presidente, que ficaram por atribuir a pedido da oposição, que tem maioria no executivo.
Por proposta do presidente, hoje são novamente apresentadas as competências que não tinham sido delegadas na última reunião, enquanto os vereadores do PCP e do BE vão propor que a Câmara não delegue determinadas matérias no presidente.
Em declarações à Lusa, o vereador comunista Ruben de Carvalho explicou que, com a delegação das competências, o presidente ou vereador passa a ser responsável pelos actos relativos às matérias, mas caso a delegação não se concretize, a câmara fica responsável pelas matérias e tem de deliberar em conjunto.
CDU e BE propõem que a competência de autorizar loteamentos se mantenha na Câmara.
"Porque é que se deve delegar uma coisa que é uma competência exclusiva da câmara?", questiona o vereador Sá Fernandes.
Fonte: Lusa
Lisboa foi hoje distinguida como a melhor cidade anfitriã dos prémios europeus de música do canal MTV, que decorreram dia 3 no Pavilhão Atlântico. A distinção foi atribuída até agora a três das 12 cidades organizadoras do evento.
«Este prémio pretende reconhecer que uma tarefa tão complicada e tão desafiante só foi possível graças a um país que cumpriu exactamente todos os trabalhos necessários para atingir o nosso objectivo», afirmou hoje o director da MTV Portugal, Lorenzo di Stefani, durante a entrega do galardão, nos paços do concelho.
A par de Lisboa, apenas Dublin (Irlanda) e Edimburgo (Escócia) receberam este galardão, entre as 12 cidades que já acolheram cerimónias de entrega dos prémios de música.
Richard Godfrey, vice-presidente da MTV Networks Europe, destacou a beleza da cidade e do próprio recinto, considerando que o papel do público «ajudou muito»: «A multidão excedeu-se e os artistas adoraram», disse.
Fonte: Expresso on line
O presidente da Câmara de Lisboa reafirmou hoje que a construção do túnel do Marquês está a ser acompanhada de forma a garantir a segurança da obra, em resposta às acusações do vereador José Sá Fernandes.
Numa visita à obra do túnel do Marquês esta manhã, o vereador do Bloco de Esquerda (BE), José Sá Fernandes, afirmou ter constatado «três coisas gravíssimas»: ausência de um parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) sobre a proximidade de cerca de 50 centímetros entre o túnel rodoviário e o da Linha Amarela do Metro, a falta de um projecto de execução viável e uma inclinação «perigosíssima» da obra.
«Uma das pessoas mais interessadas na segurança da obra tenho sido eu», António Carmona Rodrigues, à margem da cerimónia de entrega do prémio de melhor cidade anfitriã dos prémios de música MTV, nos Paços do Concelho.
Segundo o autarca, a obra «tem plano de segurança e está a ser acompanhada por uma comissão de segurança e ambiente».
Sobre o atravessamento do túnel sobre o Metro, Carmona Rodrigues afirmou que «a proximidade não é um problema do ponto de vista da engenharia», frisando que o LNEC está a acompanhar o projecto, tendo solicitado alguns esclarecimentos ao projectista do consórcio construtor.
De acordo com o autarca, o túnel do Metro tem «mais de 40 anos e já tem alguns problemas que necessitam de conservação, que tem de ser feita independentemente de outras obras».
«A indicação do LNEC, hoje recebida, é que se pode fazer tudo excepto a escavação, sugerindo que se faça primeiro as obras de reparação do túnel», disse o presidente, defendendo que «ao Metro compete o que é seu».
«Tem de haver coordenação entre as duas entidades», especificou.
Sobre a intenção de Sá Fernandes de pedir pareceres urgentes sobre a inclinação do túnel à Comissão Distrital de Prevenção Rodoviária e à Ordem dos Engenheiros, Carmona considerou que o vereador «pode pedir pareceres a quem quiser».
Fonte: Lusa

Só na aparência é agreste este vento
que vem do Cais das Colunas
para se entranhar nas solidões dos bairros
das colinas.
É um amigo que lembra
A vida que há para além da vida.
Militantes do CDS-PP que não se revêem na concelhia de Lisboa do partido criaram um movimento cívico para debater os problemas de Lisboa e colaborar com a vereadora democrata- cristã no executivo camarário, Maria José Nogueira Pinto.
"O objectivo é trazer valor acrescentado e sangue fresco para fazer uma base de trabalho que ajude verdadeiramente a nossa vereadora e impulsionar os valores de partido na cidade", explicou à Agência Lusa Bruno Filipe Costa, um dos primeiros subscritores do "Movimento por uma Lisboa Melhor".
Segundo o militante do CDS-PP, os fundadores do movimento - que incluem ainda António Maia, Bruno Mascarenhas e Abel Matos Santos -são "pessoas com currículo e com provas dadas na vida civil".
"Queremos trabalhar com a direcção nacional, com a vereadora e com os órgãos locais do partido, mas não vamos permitir que algum órgão contrarie os interesses do CDS", afirmou.
Na opinião de António Maia, "a concelhia de Lisboa do CDS não tem neste momento pessoas sérias e competentes que consigam fazer passar a mensagem".
Confrontado com o facto de não haver coligação no executivo camarário entre o PSD e o CDS, Bruno Filipe Costa considera que a situação tal como está "dá mais liberdade".
"Não temos de estar condicionados a qualquer acordo pós- eleitoral e garante uma melhor representação e mais capacidade de intervenção do partido. Se calhar até foi o melhor cenário para nós", sublinhou.
Em comunicado, os subscritores defendem que "Lisboa precisa de uma nova classe de políticos, pessoas com uma postura séria na vida, profissionalmente qualificadas e politicamente esclarecidas que pensem no futuro da cidade, que fomentem a discussão, apresentem propostas e vigiem os autarcas de modo a que estes não se afastem das grandes causas e obras".
Segundo António Maia, há problemas na cidade, como o trânsito, o turismo, a habitação ou a compra da primeira casa pelos jovens que "não são resolvidos, apesar das promessas feitas de quatro em quatro anos".
Questionado sobre a responsabilidade do anterior vereador do CDS na autarquia, António Monteiro, que teve o pelouro do trânsito e foi presidente da Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL), o subscritor admitiu que "houve algumas lacunas e a própria empresa não contribuiu para a solução do problema".
O objectivo é, explicou, ouvir os cidadãos e passar a mensagem para a vereadora, mas também dar a conhecer aos munícipes as propostas de Maria José Nogueira Pinto.
O movimento promete realizar "reuniões de trabalho com elementos da sociedade lisboeta e nacional" e "auscultar as comunidades, através do contacto regular com as juntas de freguesia, colectividades, associações e entidades públicas e privadas.
Nos próximos dias deverão ser apresentados o site oficial do movimento e uma lista mais completa dos subscritores, devendo decorrer ainda este mês a primeira iniciativa.
Fonte: Lusa
"Convido-vos a visitar http://freguesiadooriente.blogspot.com e a conhecerem os argumentos dos habitantes do Parque das Nações a favor desta ideia. Como poderão verificar, é uma proposta benéfica para todos os lisboetas, que têm tudo a ganhar em ter aqui um bairro unido, activo, empenhado e estimado por todos os seus habitantes. É isso que nós, moradores do Parque das Nações, pretendemos ser, com o apoio de todos os outros lisboetas. Cumprimentos!".
Assim se nos dirige o Marco Neves, dando-nos conta de que nasceu o Freguesia do Oriente.
Lisboa é uma das cidades europeias com maior nível de poluição do ar por benzeno, atrás de Bucareste e Madrid, e Dublin a que regista um menor valor, revela um estudo apresentado em Bruxelas.
O projecto PEOPLE (Population Exposure to Air Pollutants in Europe), promovido pelo Joint Research Center da Comissão Europeia, procurou averiguar os níveis de poluentes presentes no ar exterior e interior de seis cidades, bem como o grau de exposição individual dos habitantes aos mesmos.
O primeiro poluente a ser medido foi o benzeno, um agente cancerígeno associado ao tráfego automóvel e ao fumo de cigarros, pelo que a primeira fase do projecto se concentrou nas duas fontes de poluição mais visíveis: os transportes e os hábitos tabágicos.
As medições foram realizadas em seis cidades europeias (Lisboa, Bruxelas, Ljubliana, Madrid, Dublin e Bucareste), entre 2002 e 2004, com recurso à colocação de medidores em instituições públicas, ruas, autocarros e metropolitano, e a participação de cerca de 200 voluntários em cada cidade, que transportaram um amostrador de benzeno durante 12 horas.
Em Portugal, a medição foi feita a 22 de Outubro de 2002, tendo sido seleccionados 115 voluntários, dos quais 16 eram pessoas que se deslocam a pé ou de bicicleta, 27 eram não fumadores que utilizam o automóvel, 25 eram fumadores e 22 pessoas com hábitos sedentários.
Os resultados do projecto foram apresentados no âmbito da conferência Communicating European Research 2005, que decorre hoje e terça-feira em Bruxelas, e revelam que Bucareste foi a cidade a registar os maiores níveis de poluição do ar no dia da medição (18 microgramas por metro cúbico nas zonas de tráfego mais intenso), seguindo-se Madrid, com cerca de 14 microgramas por metro cúbico, medido em áreas semelhantes.
A capital portuguesa surge em terceiro lugar, tendo registado uma concentração de oito microgramas por metro cúbico a 22 de Outubro, em locais de tráfego automóvel intenso, enquanto a média de toda a cidade era de quatro microgramas por metro cúbico.
Pascual Peres Ballesta, um dos coordenadores do estudo, salientou à Agência Lusa, após a apresentação do trabalho, que os níveis medidos têm de ter em conta as condições meteorológicas, e que em Lisboa, nesse dia, o vento facilitava a dispersão dos poluentes do ar.
Analisando comparativamente os dados de exposição a benzeno recolhidos nas seis cidades, Lisboa é a segunda cidade com maior exposição a este poluente em locais de trabalho como escritórios (depois de Madrid), e a terceira na exposição em escolas (atrás de Madrid e Dublin).
O estudo concluiu, ainda, que o grau médio da exposição individual ao benzeno é superior ao nível médio deste poluente na cidade, uma vez que, ao longo do seu percurso diário, as pessoas atravessam frequentemente áreas em que a concentração deste agente é muito mais elevada do que em outras.
Os estilos de vida, como os hábitos tabágicos, foram também considerados determinantes no nível de exposição de cada indivíduo a valores mais, ou menos, elevados de benzeno.
Fonte: Lusa
É inaugurada, em Lisboa, a exposição sobre Cassiano Branco, "o arquitecto do modernismo nacional".

O lirismo satírico e erótico de Bocage, sobretudo o da clandestinidade, é o tema central da exposição "Eis Bocage", a inaugurar dia 17 na Biblioteca Nacional, em Lisboa, disse hoje à agência Lusa o comissário da mostra.
Daniel Pires acrescentou tratar-se de uma iniciativa integrada num conjunto mais vasto para assinalar o bicentenário da morte de Elmano Sadino (1765/1805), pseudónimo arcádico com que o poeta setubalense ficou conhecido e que lhe valeu seguidores e detractores.
Elaborada a partir de manuscritos e edições que integram o espólio da Biblioteca Nacional, a mostra centra-se na obra do "grande poeta que Bocage foi" e "na sua figura cívica, que sempre lutou por ideias novas num país periférico onde a liberdade era mínima", disse.
Daí que "Eis Bocage" inclua igualmente a "figura" do intendente Pina Manique que "apesar de estar em todo o lado não impediu Bocage de espalhar os ideais da revolução Francesa: Liberdade, Igualdade, Fraternidade", sublinhou o investigador responsável pelo Centro de Estudos Bocageanos e pela reedição da obra completa do poeta setubalense.
Presença assídua no café Nicola e noutros botequins lisboetas, o lado boémio do poeta, patente na poesia burlesca, erótica e satírica, são também enfoques da mostra, até porque, referiu Daniel Pires, foram estas "que lhe granjearam notoriedade mas ao mesmo tempo o votaram à exclusão e mesmo à fome".
Em simultâneo com "Eis Bocage" - patente até 28 de Janeiro de 2006 - estará a exposição de pintura "Também Cupido de ser vário gosta" de Ana Rosmaninho inspirada no poeta setubalense.
"Bocagomania" é outro dos espaços da exposição, onde o público poderá visualizar variados objectos em torno da figura do poeta que vão de "selos, chávenas o vulgar pacote de açúcar para a bica ou mesmo uma marca de preservativos brasileiros intitulada Bocage", concluiu Daniel Pires.
Fonte, Lusa
O início da noite de sábado estava chuvoso mas as grandes avenidas de Lisboa, entre o Campo Pequeno e os Restauradores, encheram-se de dezenas de milhares de fiéis e devotos da Virgem de Fátima.
Durante mais de duas horas desfilaram congregações e ordens religiosas, figuras da hierarquia da Igreja, e principalmente muito povo. Rezando e cantando a multidão desfilou de velas na mão homenageando Nossa Senhora que não saía da Capela das Aparições em Fátima desde o ano 2000. Carmona Rodrigues, Maria José Nogueira Pinto, D. Duarte de Bragança e a família abriam o cortejo, logo atrás do jeep que transportava o andor da Virgem.D. José Policarpo presidiu às cerimónias.
Fonte, Expresso on line
Novo parque municipal já recolheu cerca de mil automóveis abandonados na capital, este ano. Espaço fica num antigo paiol do exército, em Vale do Forno, e tem capacidade para 700 viaturas
Cerca de mil automóveis, num total de seis mil que estavam abandonados na via pública em Lisboa, foram removidos este ano para o novo depósito municipal que substituiu o sobrelotado de Vale de Forno, em Carnide.
A sobrelotação do antigo parque da Câmara de Lisboa, ao lado do cemitério de Carnide, obrigou a Polícia Municipal a abrandar os trabalhos de remoção das viaturas em 2004 e a estacionar nas próprias instalações as viaturas em fim de vida.
"No antigo depósito já não há carros em fim de vida. Os que lá estão são da PSP", disse hoje à Agência Lusa uma fonte da autarquia.
Situado num antigo paiol do exército, em Vale do Forno, o novo depósito municipal tem capacidade para 700 viaturas, mas não corre o risco de ficar sobrelotado porque é um "parque em trânsito", explicou a mesma fonte.
"Actualmente os processos são muito mais rápidos e há sempre carros em trânsito", explicou.
Por outro lado, acrescentou, o novo parque "tem mais capacidade que o antigo e já tem critérios de parqueamento".
Desde Fevereiro, já foram rebocados 937 automóveis, encontrando-se actualmente no parque 490 viaturas, segundo dados divulgados à Lusa pela autarquia.
Os restantes carros foram entregues a empresas de reciclagem de veículos credenciadas pelos Instituto dos Resíduos.
Em 2004, só foram removidas 343 viaturas porque não havia parque disponível para os depositar e algumas ficaram nas instalações da Polícia Municipal (PM), disse à Agência Lusa o comandante da PM, André Gomes.
"Tivemos aqui mais de 100 carros velhos", comentou o subintendente, apontando para a existência de 6.000 carros abandonados na cidade.
Para André Gomes, o facto de Lisboa ter estado "muito tempo sem parque" contribuiu para aumentar o número de viaturas abandonadas.
Outras das dificuldades apontadas pelo comandante da PM para rebocar os carros é "a falta de pessoal".
"Dos cerca de 800 agentes que deviam fazer parte do corpo da Polícia Municipal, apenas temos 391 homens", sustentou o subintendente.
No que respeita aos meios materiais, o responsável diz que "são suficientes" para o número de agentes ao serviço.
As viaturas começaram a ser removidas em Fevereiro e atingiu o máximo em Setembro (224), seguindo-se Abril (200) e Junho (156), segundo dados da Polícia Municipal.
Antes da destruição das viaturas, os serviços da Câmara fazem publicar no boletim municipal um edital avisando os proprietários que dispõem de 45 dias para resgatar os seus automóveis.
Quando o veículo apresenta matrícula, os proprietários são notificados directamente. Se não for levantado no prazo de 45 dias, fica para o município, explicou André Gomes.
Além dos carros que enchiam o antigo parque de Vale do Forno, existia no local um amontoado de sucata, composto por vários tipos de electrodomésticos A fonte da autarquia explicou que essa sucata foi reciclada e que actualmente a Divisão de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos da CML já tem locais para fazer a recolha e selecção de electrodomésticos em fim de vida, reencaminhando-os posteriormente para a empresa Valorsul, que fará o seu tratamento.
Sobre o destino do antigo parque, a mesma fonte disse que ainda "não está definido, embora esteja em estudo o possível prolongamento do cemitério de Carnide".
Fonte: Portugal Diário
Um Desafio, por João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

A procissão da velas que acompanhará a imagem de Nossa Senhora de Fátima desde a Igreja de Fátima, na Avenida de Berna, até aos Restauradores, teve início às 17:00 horas, tal como estava previsto.
Depois de uma missa na Universidade Católica e de uma passagem pelo Instituto Português de Oncologia (IPO), na Praça de Espanha, a imagem esteve desde as 15:00 horas na Igreja de Fátima onde se rezou o terço. Milhares de fiéis deslocaram-se este sábado à capital para acompanhar a procissão que conduzirá a imagem de Nossa Senhora por algumas das principais artérias da cidade de Lisboa.
A procissão saiu às 17:00 horas da Avenida de Berna em direcção à Praça dos Restauradores, onde será feita consagração a Nossa Senhora de Fátima, por volta das 20:00 horas.
A partir das 21:00 horas, e durante toda a noite, decorrerá na Igreja de S. Domingos uma Vigília de Oração Mariana, na presença da imagem. A primeira hora de Vigília será orientada pelo Santuário de Fátima.
No domingo, pelas 11:00 horas, no Mosteiro dos Jerónimos, D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, preside à Missa de encerramento do Congresso Internacional para a Nova Evangelização. A imagem voltará depois a Fátima, com a cerimónia de recepção no Santuário marcada para as 14:30 horas, na Capelinha das Aparições.
Fonte: Diário Digital